O ministro da Educação, Abraham Weintraub, divulgou na semana passada a lista das escolas que aderiram ao programa cívico-militar. Segundo o Ministério da Educação (MEC), Sergipe, Espírito Santo e Piauí não aderiram ao programa e os municípios interessados "não tinham contingente suficiente de militares na reserva para participar do modelo." A proposta do governo é usar as Forças Armadas em funções administrativas e na gestão nas escolas com o objetivo de melhorar os resultados das avaliações educacionais. A adesão de estados e municípios é voluntária. Em 2020, 54 escolas de todo o país participarão do piloto do programa – cada escola vai receber R$ 1 milhão para implementar o projeto, de acordo com o MEC. Para especialistas, o investimento é alto se considerado o impacto da política, que abrange uma pequena parcela da população. Já o MEC defende o "pluralismo pedagógico". Segundo o Ministério da Educação, as ações das escolas cívico-militares vão se concentrar em três principais áreas: educacional: atividades para fortalecer valores “humanos, éticos e morais” e incentivar a formação integral dos alunos; didático-pedagógica: atividades de supervisão escolar e psicopedagogia para melhorar o processo de ensino e aprendizagem; administrativa: ações para melhorar a infraestrutura e organização das escolas. Na região Norte, 18 escolas serão atendidas pelo modelo, no Nordeste, 07 escolas, no Centro-Oeste, 11 escolas, no Sul, 13 escolas e no Sudeste, 5 escolas. Em Minas Gerais, as escolas contempladas serão a Escola Estadual Princesa Isabel, em Belo Horizonte, a Escola Estadual dos Palmares, em Ibirité e a Escola Municipal Embaixador Martim Francisco, em Barbacena.

 

Fonte: G1

Finalidade: Educacional